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Domingos Antonio Reis
Comentário · há 2 anos
A verdade sobre a vereadora Marielle

É preciso destruir o discurso hipócrita da esquerda comunista bandida.

A vereadora carioca Marielle Franco, assassinada ontem à noite no Rio de Janeiro, era uma ultra esquerdista, com ideias nefastas e totalmente tortas, uma eterna defensora de bandidos, defendia liberação das drogas, era contra a intervenção federal na segurança do estado, defendia a doutrinação de esquerda nas universidades e escolas, pregava o ódio em tempo integral, pregava a divisão entre as pessoas - fosse entre brancos e negros, entre homens e mulheres, entre ricos e pobres.

Sua última acusação foi através de uma postagem onde acusava a PM - como somente a esquerda e principalmente os psolistas sabem fazer -, mas nunca, em momento algum, se incomodou com a ocupação dos morros pelos traficantes, nunca questionou o absurdo da venda de drogas em mercado aberto nos morros, jamais se escandalizou com o total domínio dos traficantes, que andavam e ainda andam armados com armas de alto calibre pelas ruas de forma petulante, onde as pessoas têm de conviver com isso como se fosse algo natural.

Não, ela nunca se comoveu quando traficantes invadiam as casas de moradores pobres e os obrigavam a esconder drogas e armas, ou quando estes traficantes expulsavam moradores de suas casas e as ocupavam; quando estes criminosos aplicavam "correções" em moradores, que segundo eles seriam "alcaguetes" ou "X9" na linguagem da malandragem, correções estas onde raspam as cabeças de mulheres, batem nos rostos, queimam com cigarros, espancam, cortam, ou seja, torturam - isso quando não simplesmente matam no micro-ondas (onde a vitima é envolta em pneus, encharcada com gasolina e queimada viva.

Não, ela não virou santa porque morreu, e muito me decepciona ver pessoas que eu respeito no meio jornalístico louvando-a, se dobrando às patrulhas, demonstrando não terem personalidade. Que se lamente o assassinato, mas que não se enalteça quem em vida não fez por merecer ser enaltecida.

Eu não sou jornalista, não sou político, não sou famoso, portanto não tenho nenhuma obrigação de bancar o hipócrita demagogo e dizer que sinto muito pela morte desta pessoa tão nociva, com pensamentos tão perturbados, ideias tortas, visão totalmente distorcida da realidade e sem moral alguma... Mas, nem por isso eu desejava a sua morte. Quero antes que esse pessoal viva - e viva muito - para ver suas ideias psicóticas de esquerda serem varridas sucessivamente da face da terra.

Antropólogo , Sociólogo e ativista dos direitos humanos : Sandro Silva
Igor R., Bacharel em Direito
Igor R.
Comentário · há 3 anos
@wesf,

O único que está confundindo as coisas aqui é o senhor!

O problema de basear suas pesquisas somente na internet é que ela provavelmente não lhe fornecerá muita profundidade sobre o assunto. E pior: existe o chamado “cherry picking”, que são informações ou evidências captadas ou descartadas aleatoriamente, com intuito de construir ou destruir argumentos ou posições. Seu comentário está assim.

Para início de conversa, “comunismo” aqui tem sido usado como termo genérico, referindo-se ao marxismo. Comunismo, tecnicamente, seria a supressão do estado (este deixa de existir) e a socialização dos meios de produção. Logo, nenhuma experiência marxista no mundo se tornou comunismo, visto que não houve nem a socialização dos meios de produção e nem o fim do estado. Então, quando referimos ao comunismo, estamos falando de todo o marxismo (socialismo, social-democracia e comunismo em si).

As mortes na China foram ocasionadas no socialismo. O maior número de mortes correspondeu ao Grande Salto Adiante, uma campanha de Mao Tse Tung para tentar acelerar a industrialização do país, partindo de uma coletivização forçada (igual na URSS) que resultou em 30 milhões de mortos por fome. E onde Mao Tse Tung tirou esta idéia? Resumidamente, o próprio Marx lhe explica:

“Todavia, nos países mais avançados, as seguintes medidas poderão ser geralmente postas em prática:
(...)
7. Multiplicação das fábricas e dos instrumentos de produção pertencentes ao Estado, arroteamento das terras incultas e melhoramento das terras cultivadas, segundo um plano geral.
8. Trabalho OBRIGATÓRIO* para todos, organização de exércitos industriais, particularmente para a agricultura.
9. Combinação do trabalho agrícola e industrial, medidas tendentes a fazer desaparecer gradualmente a distinção entre a cidade e o campo.”

Você provavelmente pensará: “mas isto é um sistema econômico”. Só que isto é feito através de uma DITADURA. Não há representação popular, direta ou indireta, que influi nas políticas adotadas pelo estado, logo, não há democracia. O marxismo se baseia em uma ditadura, para, no fim, se chegar a uma teórica liberdade que, na verdade, seria um condicionamento humano a seguir determinações impostas.

E observe que eu destaquei um ponto: o trabalho *obrigatório para todos. Quer dizer, o governo obriga você a trabalhar para ele, da maneira que ele diz, e isto é só um “sistema econômico”? É obvio que é um regime político! Você pode até querer fazer distinções de acordo com livros de TGE, só que o marxismo engloba tanto a parte econômica como o regime político de um país – são coisas interligadas, impassíveis de serem dissociadas.

Ademais, o senhor incorre em um anacronismo histórico em seu comentário. As suas fontes do Google esqueceram de datar os acontecimentos. 65 milhões de mortes na China se deram no período anterior ao início da abertura econômica. Foi entre 1949 e 1976, ano que Mao Tse Tung faleceu e – veja só – seu sucessor Deng Xiaoping viu a necessidade de abrir a economia em uma região para o capitalismo. Hoje, o que o senhor chama de “misto” de sistema econômico, é, na verdade, uma economia capitalista e um governo ditador socialista. Compramos produtos da China ao preço de mercado com meios de produção nas mãos da iniciativa privada (ou, no máximo, sociedades de economia mista, com participação governamental) e os preços estipulados – quase – livremente entre os agentes econômicos. Não há mais economia planificada, que seria o sistema econômico adotado no socialismo e comunismo (ambos, sistemas ou regimes políticos). Você só não se deu conta disto!

Para finalizar esta resposta, as fontes. Bem, minhas fontes seriam o Livro Negro do Comunismo, da equipe de historiadores de Stéphane Courtouis, na página 234 em diante, e o Manifesto do Partido Comunista, a literatura inteira (é pequeno e fácil de ler). Outras fontes que não usei para este comentário seriam O Capital, todos os tomos, e as demais literaturas de Marx, em especial a Critica ao Programa de Gotha – onde Marx diz abertamente que deve ser adotada a DITADURA do proletariado. Acho que são fontes que teriam um fator de impacto maior que o portal Terra (até porque uma delas seria fonte primária). Então, antes de falar que falta informação da gente, certifique-se que você tenha conhecimento sobre o assunto, pois como um ex-marxista eu fiz o dever de casa e estudei em livros sobre o assunto, coisa que você, pelo visto, não fez.

Vamos ao seu comentário mais abaixo!

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