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Roger Prado
Comentário · há 2 anos
A tese de que fatores sociais geram bandidos é por demais absurdo, até hoje nunca vi uma explicação objetiva para essa tão defendida (principalmente no meio acadêmico e no meio "pensante" do Brasil) e tão inócua tese, para mim, trata-se de pretensão preconceituosa, leva a crer que todo pobre é um bandido em potencial.

Sou de família humilde e conheço inúmeras pessoas que passam por extremas dificuldades, inclusive as satisfações mais básicas de sobrevivência, nem por isso perderam 1% de sua honra, caráter ou bondade, ao contrário, quando mais a vida lhe pesa a mão, mas obstinados em ajudar o próximo ficam e, digo mesmo, exemplos desses são maioria.

De outro norte, temos exemplos de pessoas riquíssimas, que vivem no nabalesco conforto de mansões, carrões e tutti quanti, entretanto, assaltam os cofres públicos, traficam e praticam toda a ordem de ilícitos, como dizer que as "circunstâncias o moldaram", claro que tudo não passa de um engodo.

Em meio a isso, temos o policial, a defesa primeira entre aqueles que praticam o mal e aqueles que, caminhando pelo bem, não tem condição de se defender. Na volta de tudo isso, temos esse discurso: "a polícia brasileira é a que mais mata", que é sanguinária e etc. Uma balela de todo tamanho.

Evidente que há, talvez não poucos, desonestos no meio da corporação, mas é ela que, a trancos e barrancos continua firme na nobre missão de defender-nos, enquanto os demais poderes já foram corrompidos desde dentro, a polícia continua firme, nessa verdade guerra assimétrica onde só um lado tem o direito de matar e do discurso.

Desculpe amigo, a repressão firme e eficaz leva ao medo e o medo a paz
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